Vivemos uma realidade programada para nos adoecer e deprimir.
Desde a alimentação, a água e o ar, tudo está contaminado de tóxicos químicos que afectam o nosso equilíbrio e que nos adoecem.
As notícias na tv, radio e redes sociais tem um foco excessivo naquilo que é negativo, violento e dramático. É como se nada de bom estivesse a acontecer no mundo!
Pensam que isso é casual? Não é, é intencional e serve um propósito: o de instalar a negatividade e o de deprimir as pessoas. Pessoas deprimidas assustam-se mais e são mais manietadas a fazerem o que certos interesses económicos e políticos querem. Entram mais facilmente e inconscientemente num looping degradante.
Já pessoas saudáveis, felizes e otimistas tem maior força de vontade e são menos manobráveis.
E no entanto, essa imagem negativa de mundo é falsa. Todos os dias acontecem mais coisas positivas que negativas, e se não fosse assim o mundo desintegrava-se...
Como ligar -se ao que é positivo e deixar para trás o que é negativo?
Necessita de consciência e de disciplina. Consciência do tempo que passa ligado aos ecrãs para não se distrair e acabar por desperdiçar o seu dia, a procrastinar. E disciplina, para saber quando parar e ir fazer outras coisas tais como optar por formas mais construtivas e saudáveis de ocupar o seu tempo!
Se tiver mais de 30 anos tem memórias de como as pessoas estavam menos isoladas, tinham maior convívio social, saiam mais de casa nos anos 80 e 90. Éramos felizes e não sabíamos! A saúde mental também era melhor que atualmente onde o isolamento social, o consumo desmesurado de notícias más e o consumismo das modas deixam as pessoas desconectadas de si mesmas, da humanidade e da natureza. Precisamos de apanhar sol, mar e vento. Necessitamos de conviver com outras pessoas.
Hoje em dia é simplesmente demasiado! Demasiada informação e demasiados conteúdos. É crucial parar a torrente. Selecionar aquilo que tem sintonia conosco e rejeitar conteúdos que são como poluição mental.
Algumas formas de superar esta avalanche:
Há que praticar diariamente a gratidão. Saber agradecer por muitas coisas manifestadas na nossa vida e que tomamos por certas e aborrecidas no nosso tédio existencial, mesmo as mais pequenas... ou sobretudo essas! Respirar, ter alimentos, água para beber, uma casa, algum dinheiro na conta bancária... Já pensou que muitas pessoas não tem acesso a isso?
É também necessário estar no momento ou estar presente sem a tristeza do passado ou a ansiedade do futuro. Simplesmente existir no momento. Parar de ouvir o seu grilo falante. Relaxar. Observar. Cuidar-se.
Moderar o tempo nas redes sociais e nos telemóveis que nos subtraem tempo. Já pensou que o tempo não volta atras? Quer mesmo desperdiçar o seu precioso e escasso tempo de vida a olhar para ecrãs? A assistir à vida alheia? Vá viver antes que seja tarde demais!
A nossa luta por estes dias também é a de mantermo-nos o mais saudáveis possíveis, preservando o nosso equilíbrio físico, emocional e mental. Desapegue. Deixe ir. Só ficará junto a si quem tem sintonia consigo!
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