Os povos antigos sabiam que o som tem poderes de cura.
Eu pessoalmente sou muito sensível ao som. Sobretudo a harpas, taças, gongos e tambores, piano, violino e guitarra.
Hoje venho partilhar duas situações em que constatei os efeitos benéficos do som na cura de enfermidades.
1. Situação- a minha mãe
A minha mãe teve uma situação difícil de curar: uma ferida na perna. Foram dois meses e meio a fazer pensos: primeiro diariamente e depois foi sendo espaçado...
Uma das coisas que contribuíram para as suas melhoras foi uma massagem de som com taça tibetana que lhe fiz quase diariamente. Ela gostava imenso e conseguia relaxar e animar, e sabemos como é importante estarmos positivos e relaxados para que a cura ocorra.
2. Situação- comigo
Estive com uma crise de vesícula que foi o chamado "pontapé" nas costas para eu finalmente fazer mudanças alimentares e perder algum do peso em excesso que andava a adiar.
Uma das coisas que me auxiliou muito, e que diria ter contribuído para a viragem para a minha cura foi ter ido com uma amiga a dois deliciosos espetáculos de música ao vivo: Carmina Burana e um espectáculo de coro com um trio de música Celta. Fez-me absolutamente bem! Foi revigorante e a memória destes momentos musicais acompanhou- me por dias.
Eu tenho, e uso de tempos a tempos, instrumentos musicais para meditar ou simplesmente para relaxar. Tenho um tambor, uma taça tibetana e tenho uma kalimba cujo som se assemelha a uma harpa, e que para mim é muito agradável.
Tudo vale mais do que estar "preso" nas redes sociais a deprimir e a ser brainwashed quando temos um mundo incrível lá fora à nossa espera! Seja na natureza ou na cultura, com amigos e com desconhecidos, podemos encontrar experiências maravilhosas que são o sal e a pimenta da vida.
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