O poder da inveja ou da comparação social ascendente

 Comparar-se a alguém que considera mais bem sucedido ou superior pode gerar frustração ou inveja.

A inveja parte de uma baixa autoestima, pois o invejoso vê no outro um valor que não consegue encontrar em si mesmo, gerando uma visão distorcida de si mesmo.

 Mas a inveja tem um aspeto positivo, pode impulsionar mudanças e  ação transformadora, impulsionando a aquisição de metas e a busca de melhorias.


“A inveja é a comparação, e nós fomos ensinados a comparar, fomos condicionados a comparar, sempre comparar. Alguém tem uma casa melhor, tem um corpo melhor, tem mais dinheiro, tem uma personalidade mais carismática. Compare: compare-se com todos os outros e o resultado será uma grande inveja, pois ela é o subproduto do condicionamento da comparação. Por outro lado, a inveja desaparece se você abandona a comparação. Então, você simplesmente sabe que é você, que não é outro e que não há necessidade de ser.”  Osho

Todos já sentimos inveja em alguns momentos da nossa vida. Importa estarmos conscientes dos nossos sentimentos para os transmutarmos. 

As pessoas que são patológicamente invejosas são incapazes de terem consciência da sua própria fragilidade emocional e por isso, projetam raiva no outro. É mais fácil projetar nos outros que reconhecer as nossas próprias vulnerabilidades e responsabilidade. 

Que o sucesso dos outros nos inspire e impulsione a sermos melhores ao invés de nos reduzirmos à comparação, à cobiça e até à tentativa inconsciente ou consciente de os tentarmos prejudicar.



Comentários