O crescimento ocorre quando erramos, reconhecemos o nosso erro e aprendemos com este erro, usando essa experiência como motor para o nosso próprio auto-aprimoramento. Quando não damos pelos nossos erros ou quando não temos humildade para os reconhecermos negamo-nos a possibilidade de aprendermos, de evoluirmos e de expandirmos o nosso ser.
Quando fazemos algo bem feito obtemos a confirmação de que estamos no caminho certo e isso dá -nos a validação necessária à nossa autoestima. Quem não gosta de fazer algo de que se orgulha e pelo qual sente satisfação?
Mas é quando erramos, quando sentimos o desconforto de vermos as nossas falhas que podemos verdadeiramente crescer...
UMA SOCIEDADE QUE LIDA MAL COM O ERRO
A nossa sociedade mais facilmente assinala o erro que reconhece o mérito e o valor. É por isso que a maledicência e a coscuvilhice está instalada em todos os estratos sociais. Exige -se a perfeição. A perfeição não existe e é um ideal.
Poucos tem a capacidade de lidar com os erros sem dramas, sem recriminação e com elevação.
Quando erramos de nada vale cairmos na auto recriminação ou culpa pois vamos paralisar, desmotivar e sentir vontade de desistir. E os desafios são para serem assimilados ( ou seja, reconhecidos e aceites) e superados e não para nos diminuirmos. Sem drama. Sem vergonha e sem culpa.
Assim, se conseguirmos ter uma abordagem realista, humilde e construtiva, podemos usar os nossos erros para nos corrigirmos, para transcendermos dificuldades e criarmos soluções e decisões diferentes que nos levarão no futuro a termos uma maior preparação para lidar com novas situações desafiadoras. É isto a que chamamos de experiência da vida.
Einstein dizia que o cúmulo da insanidade é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes. Logo quando erramos temos de sair do status quo e criar soluções inovadoras... não soluções inovadoras para os "olhos" dos outros mas sim para aquilo que estamos habituados a fazer.
Na vida temos de ser como a água e sabermos contornar obstáculos com flexibilidade, imaginação e com segurança.
Não importa se decepcionamos outras pessoas. Se não correspondemos aquilo que esperam de nós desde que sejamos capazes de continuarmos verdadeiros a nós mesmos e aos nossos valores, pois é com a nossa consciência que nos deitamos todas as noites.
Só aprende quem reconhece que errou e a percentagem destes é muito diminuta.
ResponderEliminarConcordo. A maior parte vive no ego. E o ego não tem humildade!
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